Portefólio Europeu de Línguas
Como instrumento de aplicação dos princípios do QECR, o Conselho da Europa concebeu o Portefólio Europeu de Línguas, documento de auto-avaliação, que permite ao aprendente fazer a auto-regulação das suas aprendizagens, sejam adquiridas em contexto formal ou não formal, e registar todas as experiências linguísticas e interculturais.
Portugal tem dois modelos de PEL acreditados:
Com o objectivo de facilitar o processo de auto-avaliação de alunos falantes de outras línguas apresentam-se a grelha de auto-avaliação e os descritores do Portfolio Europeu de Línguas (10-15 anos) em:
- Português
- Ucraniano
- Mandarim
- Crioulo de Cabo Verde
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Recentemente foi produzido um modelo para o 1.º ciclo, ainda não acreditado, estando em experimentação numa rede de escolas em todo o país. Após uma fase de experiência, em que se aferirá a adequação dos descritores ao nível etário, proceder-se-á a eventuais ajustamentos e será então apresentado ao Conselho da Europa para validação. |

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Esta versão resultou de um trabalho conjunto entre especialistas na área das Línguas Estrangeiras da DGIDC, especialistas das Associações de Professores de Línguas (APP, APPA, APPF, APPI e APELE), com a supervisão de Isabel Hub Faria, linguista da Faculdade de Letras de Lisboa, e de Margarida Alves Martins, especialista em Psicologia do Desenvolvimento do Instituto de Psicologia Aplicada.
A versão experimental de «O meu Primeiro Portefólio Europeu de Línguas» foi apresentada pela primeira vez publicamente no Congresso anual da APPI, em 4 Maio de 2007.
As escolas que constituem a rede de experimentação foram seleccionadas em articulação com as Direcções Regionais de Educação, de acordo com os seguintes critérios: a existência de classes multicuturais, escolas de contextos sociais e geográficos diversificados, boas práticas na introdução do Inglês como actividade de enriquecimento curricular, boa articulação entre a professora da turma e a docente que lecciona Inglês.
Em Maio de 2007 realizaram-se em todo o país reuniões de preparação entre representantes da DGIDC com os responsáveis das Direcções Regionais de Educação e com os professores das Escolas. Como documento de avaliação do processo foi produzido o Questionário de Acompanhamento.